E se…?

Nesse pós-eleição e mudança do pêndulo ideológico no comando da política brasileira, algumas questões não usuais (muitas originadas no esgoto da internet) aparecem:

“E se a propriedade privada acabar no país?”

“E se o governo ignorar por completo o teto de gastos e ser totalmente irresponsável fiscalmente?”

“E se o governo confiscar os depósitos e as poupanças dos brasileiros?”

“E se comprovarem que houve fraude nas eleições?”

“E se o presidente eleito estiver doente (como se fala em vários cantos ocultos da internet) e assumir seu vice?”

 Um livro muito interessante chamado “E se?”, do autor Randall Munroe, responde a perguntas absurdas de forma estritamente científica, baseado em dados, humor e ironia. Abaixo dois exemplos divertidos do livro:

“E se você tentasse rebater uma bola de beisebol arremessada a 90% da velocidade da luz?

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A bola estaria se movimentando tão rapidamente que tudo o mais ficaria praticamente estático em relação à bola, inclusive as moléculas do ar e, por isso, os conceitos de aerodinâmica seriam inaplicáveis. Sendo assim, a bola entraria em colisão com as moléculas de ar de forma tão intensa que os átomos do ar entrariam em fusão com os átomos da bola. Devido à fusão, a superfície da bola começaria a se desintegrar e suas partículas também entrariam em colisão com os átomos do ar e uma nova rodada de fusões ocorreria…”

“E se eu entrasse em uma piscina de armazenamento de combustível nuclear usado? Por quanto tempo eu ficaria seguro nadando na superfície da piscina?

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Considerando que você seja um nadador razoável, seria possível sobreviver entre dez e quarenta horas na água. Passado esse tempo, você apagaria devido à fadiga muscular e morreria afogado. Essa resposta é verdadeira também para uma piscina comum, ou seja, sem combustível nuclear no fundo. Para cada 7 centímetros de água, a radiação dos rejeitos nucleares é diminuída pela metade. Aliás, é bem possível que dentro da superfície da piscina você estaria recebendo bem menos radiação do que andando na rua pela cidade…”

Claro que as questões listadas no início deste texto não são tão absurdas quanto aos exemplos do livro, apesar de algumas estarem bem próximas do “nonsense”.

Sempre falamos para os novos clientes que nos procuram:

Nosso trabalho não é sobre performar +1% ou -1% em um determinado ano, mas sim sobre sermos um esteio de calma e sobriedade no caminho para alcançar seus objetivos financeiros. Evitar decisões ruins e possivelmente grandes perdas é o maior valor que criamos para nossos clientes, principalmente em épocas quando o raciocínio coletivo fica inquieto e turvo.

A propósito, a resposta da pergunta da bola de beisebol termina da seguinte forma:

“Tudo em um raio de mais ou menos 1,5 km seria detonado, e uma grande tempestade de fogo engoliria a cidade…”

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